sábado, 3 de novembro de 2012

CPMI do Cachoeira é prorrogada http://bit.ly/RA5Bbu @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @Questao_Brasil_

  • Os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira foram prorrogados por mais 48 dias. 
  • Neymar entre os melhores do Mundo
  • Dem e PSDB negam que vão pedir investigação sobre Lula.
  • Vettel é o favorito na F1 de novo.
  • Arbitragem rouba a cena, mas o verdadeiro vilão é Barcos.
Entre os 35 vereadores eleitos em Goiânia, esta Paulo Pereira Magalhães, ou simplesmente Paulo Magalhães.
A CPMI tem 533 requerimentos para apreciar.
 “É muito prudente aguardar uma manifestação do procurador-geral da República antes de fazer qualquer coisa”, afirmou Bruno Araújo.
 Paulo Garcia que acaba de ser reeleito Prefeito de Goiânia, uma hora tem seu nome cogitado para ser o candidato do PT ao Governo, ou em outra é cotado para ser de novo o vice de Iris. 
Misael Oliveira enfrentou dificuldades na eleição em Senador Canedo, mas venceu com folga.
 A regra é clara como diria Arnaldo Cezar Coelho, mas o Herói Palmeirense foi o autor do delito que gerou o imbróglio, bancou o trapaceiro que quer ter razão em um lance ilegal.
 Vettel estabeleceu uma vantagem de 13 pontos na classificação de pilotos, foi um fim de semana produtivo na Índia para Sebastian Vettel, da Red Bull.
 Em entrevista coletiva no CT Rei Pelé, Neymar disse que ficou feliz
com os elogios que recebeu do argentino Lionel Messi, do Barcelona, e ao ser perguntado se sonha jogar ao lado dele, nem pensou para responder.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Até onde vai o voo de Eduardo Campos? @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @Questao_Brasil_ @R49_ @QBTV2

Paulo Nogueira (Diário do Centro do Mundo)
Texto extraído da Tribuna da Imprensa


E então alguma coisa nova parece ganhar estatura na política brasileira: Eduardo Campos, governador de Pernambuco pelo PSB.
FHC falou em troca de gerações, numa alusão à permanência teimosa de Serra no topo do PSDB. Curiosamente, FHC se refere ao PSDB como se fosse o porteiro da sede do partido, numa impotência miserável. Ou melhor: como se fosse um acadêmico, trancado no ar refrigerado de uma sala numa universidade.

Neto de Miguel Arraes, lendário homem da esquerda brasileira, Eduardo Campos, 47 anos, nasceu na política. Tem uma qualidade essencial para um líder político moderno: faz parte do zeitgeist, do espírito do tempo. É um homem com visão social.

Nisto se distingue de Aécio Neves, a grande esperança do PSDB pós-Serra, também ele neto de um avô ilustre na política nacional, Tancredo Neves. Em Aécio, social tem um outro significado: festas, farras. Visão social, à Aécio, é a observação detalhada da programação festiva da semana.

Contra Eduardo Campos pesa o fato de ser, pelo menos até aqui, uma figura regional. Campos é pernambucano como Lula, mas Lula virou personagem nacional em São Paulo, 30 anos atrás, como líder metalúrgico de São Bernardo. É verdade que seu PSB teve um desempenho brilhante nas eleições municipais de 2012: elegeu 440 prefeitos, 42% mais que em 2008. Isso quer dizer alguma coisa, mas ninguém sabe exatamente ainda o quê, em termos de 2014.

Terá Campos papel relevante nas eleições presidenciais? Ou seus olhos estão voltados para 2018?

A oposição parece gostar de uma chapa Campos-Aécio para enfrentar a situação. Mas, admitindo a união dos netos, quem seria presidente e quem seria vice? É uma situação curiosa. Teoricamente, a primazia seria de Aécio. Mas o real fato novo seria Campos.

Imaginemos que a razão prevaleça, e Campos seja o cabeça da chapa. Seria uma candidatura forte o suficiente para que o PT recorresse a Lula, no lugar de Dilma?

Os dias longos dirão. Pode ser que Campos esteja pensando mais em 2018. Mas aí é possível que ele tenha então um adversário forte de sua própria geração, Haddad.

Haddad, se fizer uma boa gestão em São Paulo, vai longe. Da prefeitura paulistana ao Planalto a distância pode ser incrivelmente curta.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sócio de Valério pega 2 anos e 3 meses de cadeia @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @Questao_Brasil_

Ramon Hollerbarch condenado pelo STF
Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) começaram a definir, nesta quinta-feira (25), a pena para o réu Ramon Hollerbach, sócio de Marcos Valério nas empresas usadas no esquema do mensalão. O primeiro crime a ser analisado foi o de formação de quadrilha, pelo qual o condenado pegou dois anos e três meses de prisão.

A pena foi sugerida pelo relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, e acolhida pela totalidade dos ministros que votaram pela condenação do réu. O magistrados que consideraram o réu inocente, não participaram da definição da dosimetria.

Joaquim Barbosa não considerou nenhum agravante que pudesse aumentar a pena condenatória e também não encontrou nenhum mau antecedente. A pena para formação de quadrilha varia de um a três anos.

Ramon Hollerbarch foi condenado também por outros quatros crimes: corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas. Os ministros ainda precisam definir a pena para cada um deles.

Marcos Valério, considerado o operador do mensalão, pegou pena de dois anos e seis meses, condenação três meses maior que Hollerbach, devido ao agravante de ter coordenado a ação dos demais envolvidos.
O STF levou duas sessões para definir a pena total para Marcos Valério.

Boa Tarde! @R49_ @QBTV2 @Goias_EC @BUGEsporte @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @Questao_Brasil_ @QB_7

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